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Aleluia! no fim de 2015

TMRJ encerra temporada com balé baseado no oratório de Händel, com coreografia do argentino Mauricio Wainrot e regência de Silvio Viegas.

 

A atração natalina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é diferente neste 2015. Em vez dos tradicionais balés de repertório, ocupa ao palco da casa o balé O Messias. O espetáculo foi criado pelo coreógrafo argentino Mauricio Wainrot com base em 32 temas do oratório homônimo de George Friedrich Händel e tem libreto de Charles Jennens. Serão nove récitas com Balé, Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ nos dias 17, 18, 19, 20, 22, 23, 27, 29 e 30 de dezembro. A obra é abstrata e tem uma atmosfera muito especial e espiritual, que toca tanto ao público como a seus intérpretes.

Em cena, a primeira bailarina Claudia Mota e os primeiros solistas Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Karen Mesquita, Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Renata Tubarão, Cícero Gomes, Order Edifranc Alves, Filipe Moreira, Moacir Emanoel e Rodrigo Negri se revezam nos solos, à frente dos demais integrantes do BTM, que tem como regentes as primeiras bailarinas Ana Botafogo e Cecília Kerche. Também fazem parte do elenco da produção as sopranos Lina Mendes e Veruschka Mainhard, as mezzo-sopranos Carolina Faria e Luciana Costa et Silva, os tenores Aníbal Mancini e André Vidal, e os barítonos Inácio de Nonno e Daniel Germano, sob a regência do maestro Silvio Viegas.

“Nada melhor para encerrar um ano tão especial do que reunirmos, em uma mesma produção, os três corpos artísticos do Theatro Municipal. Melhor ainda quando a obra apresentada é um dos pilares do período barroco, O Messias. Balé, Coro e Orquestra Sinfônica se juntam na versão coreográfica desse oratório, criada por Wainrot”, diz André Cardoso, diretor artístico do TMRJ e responsável pela programação.

“Inspirado na bela música de Händel, que fala acima de tudo sobre espiritualidade, Wainrot criou uma coreografia desafiadora e dinâmica, que mescla o controle dos adágios com o brilhantismo dos allegros em vários duos, trios e conjuntos, exigindo dos bailarinos grande domínio técnico e plasticidade de movimentos”, afirmam Botafogo e Kerche.

O Messias é para mim, neste momento especial, um olhar sobre novas ou velhas utopias, um olhar para dentro de nós mesmos, uma necessidade de voltar a ouvir nosso silêncio interior e nos aproximarmos dos outros, especialmente àqueles seres que amamos, àqueles que compartilham de nossa história e destino e àqueles que foram e são testemunhas de tantas alegrias e dificuldades, e tem sido uma experiência pessoal que me comove poder participar com todos”, comenta Wainrot, que há dois anos apresentou no TMRJ os balés Carmina Burana, Chopin n. 1 e Ecos.

 

Balé O Messias
Balé O Messias

 

Sobre o balé O Messias lisinopril no prescription

Mauricio Wainrot, diretor artístico do Balé Contemporâneo do Teatro San Martin, em Buenos Aires, criou a primeira versão de O Messias em 1996 para o Royal Ballet of Flanders, na Bélgica, companhia da qual é coreógrafo permanente desde 1994. O trabalho foi apresentado em sucessivas e bem-sucedidas turnês pela Bélgica, Holanda, Alemanha, Polônia, Turquia e China. Esta versão foi exibida, em 1998, na abertura do Sínodo dos Bispos Europeus, no Beaux Arts Palais, em Bruxelas.

Em 1998, Wainrot fez a segunda versão de O Messias para o Balé Nacional do Chile. O novo trabalho, mais extenso do que o anterior, ocupa a totalidade do espetáculo e em sua estreia na cidade de Santiago, contou com a colaboração da Orquestra e Coro da Universidade do Chile. O trabalho é inspirado na magnífica música mais do que no significado histórico dos textos, já que não carrega em si um enredo. É uma linha abstrata que valoriza por meio de cenas e movimentos sucessivos, o misticismo, a religião, a emoção e a alegria que o trabalho envolve. Carlos Gallardo criou uma atmosfera toda branca nos cenários e figurinos, que proporcionam um ambiente perfeito para o trabalho.

 

Sobre os intérpretes

Claudia Mota, primeira bailarina

Formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, é primeira bailarina do TMRJ desde 2007, protagonizando todo o repertório da Companhia. Claudia representa o Brasil em Galas Internacionais, dançando em diversas cidades de Argentina, Paraguai, Cuba, Estados Unidos, Canadá e, recentemente, a convite de Julio Bocca, estrelou a versão de La Bayadère de Natalia Makarova com o Balé Nacional Sodre, em Montevidéu. Recebeu o Prêmio de Melhor Bailarina da América Latina pelo Conselho Latino-americano de Dança e, por seu desempenho artístico e técnico e representatividade no cenário internacional da dança, conquistou o título de membro do Conselho Internacional de Dança da Unesco.

Lina Mendes, soprano

Recebeu o prêmio da Revista Concerto em 2014 na categoria Jovem Talento pelo júri popular. Nascida em Niterói, ainda criança foi solista no TMRJ nas óperas Tosca (Puccini), Rigoletto (Verdi) e A Flauta Mágica (Mozart). Em 2011, debutou no papel de Gilda, da ópera Rigoletto, com grande sucesso, no centenário do Municipal de SP e Ninette, da ópera O Amor das Três Laranjas (Prokofiev), no Municipal do Rio de Janeiro. Em 2013, foi a personagem Liberty na ópera Ça Ira (Roger Waters), Blonde na ópera O Rapto do Serralho (Mozart), Marzeline em Fidelio (Beethoven), Oscar em Un Ballo in Maschera, Cunegunde da ópera Candide (Berstein). Solou na cantata Carmina Burana (Orff) e no oratório Die Schöpfung (Haydn). Apresentou-se sob a regência dos maestros Abel Rocha, Marcelo Ramos, Alejo Perez, Isaac Karabtchevsky, Jamil Maluf, Luciano Camargo, Ricardo Bologna, John Neschling, Carlos Spierer, Marin Alsop, Rick Wentworth e sob a direção cênica de André Heller-Lopes, Fernando Bicudo, Jorge Takla. Em 2014, brilhou como Nannetta na ópera Falstaff (Verdi) no Municipal de SP, sob a direção de Davide Livermore. Interpretou Cunegonde com a Osesp, Gilda no Palácio das Artes em Belo Horizonte e colheu excelente crítica por suas marcantes atuações. Fez parte do Centre de Perfeccionament Plácido Domingo, na Espanha. Foi Abra no oratório Judita Triumphans (Vivaldi) e Cefalo na ópera Narciso (Scarlatti), sob a direção musical de Federico Maria Sardelli. Recentemente fez seu début com grande êxito no Palau de les Arts de Valência, interpretando Musetta da ópera La Bohème (Puccini), na Espanha, sob a regência de Manuel Coves.

Veruschka Mainhard, soprano

Musicista versátil, doutora em Música pela UniRio e mestre em Flauta Transversa Barroca e Música Antiga pela Escola Superior de Utrecht (Holanda), pianista laureada em vários concursos, Veruschka realizou estudos com Carol McDavit e Martha Herr no Brasil, Uta Spreckelsen na Alemanha e Marianne Blok na Holanda. Aperfeiçoou-se ainda com Roland Hermann, Mitsuko Shirai, Hilde Zadek e Jeffrey Gall, na Alemanha, e com Jorge Chaminé, em Paris. É professora de Dicção e Canto da Escola de Música da UFRJ. Atuou como solista em óperas, oratórios e cantatas no Brasil, Alemanha e Holanda, assim como fez estreias mundiais de obras escritas para sua voz. Em 2004, apresentou-se na Alemanha como solista da Orquestra da Händel Akademie sob a regência de Andreas Spering. Gravou diversos discos e programas para rádio e TV. Participou das montagens da ópera A Valquíria de Wagner como Helmwige em 2011, no Municipal de SP, e, em 2013, no Municipal do Rio de Janeiro, ambas sob a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro.

Carolina Faria, mezzo-soprano

Reconhecida por seu timbre quente e escuro, expressividade e domínio cênico, Carolina tem agradado a público e crítica e construído uma carreira de serviço à arte e à educação brasileiras. Atuando ao lado de alguns dos nossos maiores músicos, regentes e diretores cênicos nas melhores salas de concerto e casas de ópera brasileiras, possui vasto repertório: ópera, oratório, canção sinfônica, câmera e vanguarda, com especial ênfase à música brasileira colonial e participação em gravações históricas. Em sua trajetória no canto lírico, deu vida a vários personagens, entre os quais, de 2012 a 2014, suas interpretações como Herodias em Salomé, de Strauss; Baba the Turk em The Rake’s Progress, de Stravinsky; Hermia em Sonho de uma Noite de Verão, de Britten; Gymnasiast em Lulu, de Berg; Corrado em Griselda, de Vivaldi; e Grimgerde em A Valquíria, de Wagner. Carolina é também professora de canto e publica o blog Boa Chance, canal de informação e formação de jovens artistas. Bacharel em Canto pela UFRJ, prossegue em seu aperfeiçoamento sob a orientação do tenor Eduardo Álvares.

Luciana Costa et Silva, mezzo-soprano

Mestre em Performance pela Guildhall School of Music and Drama, em Londres, e em Ópera pela Royal Scottish Academy of Music and Drama, em Glasgow. Vencedora dos concursos de Canto Amália Conde / RJ; Academia Vocalis Tirolensis, em Wörgl; The Margret Dick Award, em Glasgow. Em Festivais, apresentou-se no XIV Festival Internacional de Sarrebourg, França; XVIII e XIX Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora / MG; Festival Vale do Café / RJ; XV Festival Amazonas de Ópera. Em ópera, atuou como Feiticeira em Dido & Aeneas, de Purcell; Mensageira em L’Orfeo, de Monteverdi; Orfeo em Orfeo ed Euridice, de Glück; Cherubino em As Bodas de Fígaro, de Mozart; Segunda Dama em A Flauta Mágica, de Mozart; Ines em Il Trovatore, de Verdi; Abadessa em Suor Angelica, de Puccini; Hermia em Sonho de uma Noite de Verão, de Britten; Smèraldine em O Amor das Três Laranjas, de Prokofiev; Sertaneja e Íris em Chagas, de Sílvio Barbato e Alexandre Schubert. Em concerto, cantou Gloria, de Vivaldi; Stabat Mater, de Pergolesi; Missa em si menor, de Bach; Réquiem, de Mozart; Nona Sinfonia, de Beethoven; Lobgesang http://kovatchev.de/purchase-urispas-uses/ , de Mendelssohn; El Amor Brujo, de De Falla; Les Noces, de Stravinsky.

Aníbal Mancini, tenor

Em agosto de 2015, deu vida ao personagem Don Antonio da ópera As Bodas no Monastério, de Prokofiev, no Theatro São Pedro/SP. Em julho, teve seu début na Nona Sinfonia, de Beethoven, como solista, na Sala São Paulo. No mês de junho, teve a oportunidade de realizar pela segunda vez o papel de Fenton na ópera Cheap Falstaff, de Verdi, no Theatro São Pedro, sob a regência de Silvio Viegas. Um dos seus mais recentes trabalhos foi o personagem Rinuccio, da ópera Gianni Schicchi, realizada no Teatro Positivo, em Curitiba. Fez parte, ainda, do elenco da ópera O Menino e a Liberdade, de Ronaldo Miranda, no Theatro São Pedro, em estreia mundial, no personagem Rapaz. No Palácio das Artes, em Belo Horizonte, foi Hipólito, na estreia mundial da ópera Fedra e Hipólito, de Christopher Park, sob a direção de Fernando Bicudo. Como solista, participou em 2013 de dois concertos com a OSB Ópera & Repertório, no Municipal do Rio de Janeiro, atuando como Cecchino na ópera O Ouro não Compra o Amor, de Marcos Portugal, e cantando a ária Ecco ridente in cielo da ópera O Barbeiro de Sevilha Pills , de Rossini, no concerto de gala Noite de Bel Canto.

André Vidal, tenor

Mestre pela Royal Academy de Londres, especializou-se em Música de Câmara e Música Antiga com Glenville Hargreaves, Jonathan Papp e Ian Partridge. Em Londres atuou em obras como Paixão Segundo São João e Oratório de Natal (Bach), O Messias (Händel), Pequena Missa Solene (Rossini) e Réquiem (Mozart). Integrou o elenco da London Royal Schools Opera. Foi premiado no Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão (2001) e no Helen Eames Prize para intérpretes de música barroca (1998, em Londres). Cantou A Criação (Haydn), Carmina Burana (Carl Orff) e Lucia de Lammermoor (Donizetti) no Municipal do Rio de Janeiro, Missa em si menor (Bach) no Teatro Amazonas, Don Giovanni (Mozart), no papel de Don Otavio, em Brasília, O Messias com a Petrobras Sinfônica e L’italiana in Algeri (Rossini) no Municipal de SP. Integrou a Cia. Brasileira de Ópera, interpretando Conde de Almaviva em O Barbeiro de Sevilha (Rossini), entre outras performances. Dedica-se também à composição, tendo suas peças apresentadas no Brasil e no exterior e publicadas nos EUA pela Cantus Quercus Pres.

Inacio de Nonno, barítono

É doutor em Música pela Unicamp e mestre em Música – Summa cum Laude – pela UFRJ, em que é professor nas classes de Canto. Prêmio Especial para a Canção Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto do Rio de Janeiro. De seu repertório constam mais de 30 primeiras audições mundiais de peças e óperas especificamente para ele compostas. Tem participação em 32 CDs gravados, todos dedicados ao repertório brasileiro, desde restaurações do material colonial até os compositores contemporâneos mais vanguardistas. O CD da ópera Colombo, de Carlos Gomes, no qual interpreta o papel-título, ganhou o prêmio da APCA e o Prêmio Sharp de 1998. Seu repertório enfatiza ainda a música antiga, o lied alemão, com destaque para os ciclos de canções de Schubert, a canção francesa, em que aborda especialmente os compositores Ravel, Fauré e Poulenc. E a ópera, em que conta hoje com 38 papéis efetivamente apresentados em público.

Daniel Germano, baixo

Iniciou seus estudos de canto com o professor Decápolis de Andrade, no Coro Sinfônico da OSPA. Em 2012, especializou-se em Performance pelo Conservatório Antônio Buzzola, em Adria, Itália. No mesmo ano, estreou nos palcos europeus como Don Basílio, em Bologna e Parma. Em 2014, foi Zúniga em Carmen, de Bizet, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, no Municipal do RJ, e abriu a temporada lírica do mesmo Theatro como solista da Nona Sinfonia de Beethoven. Foi Primeiro Soldado em Salomé, de Strauss, no Teatro da Paz (Belém); Don Alfonso em Così Fan Tutte, de Mozart, e Sacristão em Tosca, de Puccini, no Theatro São Pedro, de Porto Alegre; Conde Paris em Romeo et Juliette, no Teatro São Pedro/SP; Primeiro Sacerdote em A Flauta Mágica, de Mozart, com a orquestra da PUC-RS, entre outras participações. Também já se apresentou como solista das principais obras para concerto, como Magnificat, Paixão Segundo São João e Ich Habe Genug BWV 82, de Bach, Petite Messe Sollennele, de Rossini, Réquiem de Verdi, Brahms, Mozart, Duruflè e Faurè, Oratório de Natal de Saint-Saëns e Missa da Coroação de Mozart, entre outras.

 

Mauricio Wainrot, coreógrafo

Nascido em Buenos Aires, é diretor artístico do Balé Contemporâneo do Teatro San Martín, na capital argentina. Foi coreógrafo do Royal Ballet de Flanders, na Bélgica, de 1991 a 2004, criando para esta importante companhia europeia onze de suas obras mais destacadas: Carmina Burana, O Messias, Las 8 Estaciones, A Sagração da Primavera, Tango Plus, Looking Through Glass, Beyond Memory, Pájaro de Fuego, Canciones del Caminante, Journey e Distant Light. Atuou como diretor artístico do Les Ballets Jazz de Montreal, no Canadá, onde foi também coreógrafo residente, e do Grupo de Danza Contemporánea del Teatro San Martín. Em Hildesheim Stadttheater, na Alemanha, trabalhou como coreógrafo convidado permanente. Estudou dança no Teatro Colón com Vasil Tupin e Eda Aisemberg. Foi primeiro bailarino convidado do Royal Winnipeg Balé do Canadá, Balé de Câmara de Caracas e Balé do Municipal do Rio de Janeiro, onde dançou Romeu e Julieta de Oscar Araiz. Após trabalhar no Teatro San Martín, em 1986 foi convidado pelo coreógrafo Ulf Gaad, diretor artístico da Goteborg Opera, na Suécia, a apresentar suas obras Anne Frank, Sinfonía de Salmos e Tres Danzas Argentinas. Devido ao enorme sucesso, Wainrot passou a montar suas obras na Europa, América e Ásia, criando uma carreira internacional que o levou a colaborar com 49 companhias em diversos países nos últimos 20 anos.

Junto com o cenógrafo e artista plástico Carlos Gallardo criou mais de 40 obras, entre as quais estão Flamma Flamma Buy , La Tempestad, Medea, Un Tranvía llamado Deseo, 4 Janis for Joplin, Estaciones Porteñas e Travesías. Wainrot conquistou vários prêmios: nos EUA, o Choo-San Go Choreographic Award em 1993 e 1998 por Perpetual Motion, obra que criou para o Hubbard Street Dance Chicago, e por Now and Then (Ahora y Entonces), criada para o Richmond Ballet. Em 1991, 1994, 1998 e 1999 a Associação de Críticos Chilena o distinguiu com o Apes, a melhor produção do ano, respectivamente por Anne Frank, 4 Janis para Joplin, Libertango e O Messias. Em 1999 ganhou na Argentina o prêmio Konex de Platina como Melhor Coreógrafo da Década e o Prêmio Teatros del Mundo por O Messias. Em 2000 foi agraciado duas vezes por Un Tranvía Llamado Deseo Order com o Prêmio Trinidad Guevara e o Prêmio Ace. Em 2001 conquistou o prêmio Teatro XXI por Now and Then (Ahora y Entonces). Em 2003, Wainrot foi finalista por Purchase Distant Light no Gran Premio Internacional Benois de la Danse, que é dado no Teatro Bolshoi de Moscou, considerado um dos mais importantes galardões da dança no mundo. Nesta ocasião recebeu menção especial por sua obra. Atuou como professor convidado no Mudra Internacional, na Escola de Dança do Balé do Século XX de Maurice Bejart, em Bruxelas, na Hochschule fur Müsik und Darstellende Kunste-Frankfurt, na Juilliard School-New York, na Universidade de Iowa, e em Buenos Aires, na Escola de Arte do Teatro Colón e Taller de Danza del Teatro San Martín. Em 2008, foi condecorado pelo Rei da Bélgica como Cavaleiro da Ordem de Leopoldo I por seu extraordinário aporte artístico no mundo da dança, e especialmente para o povo Belga.

 

Silvio Viegas, Regência

O trabalho de Viegas tem ocupado uma posição de grande destaque junto ao público e crítica no Brasil. De 2003 a 2005, exerceu o cargo de diretor artístico da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Atualmente é maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e professor da cadeira de Regência na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Desde o início de sua carreira tem-se destacado por sua atuação no meio operístico regendo títulos como O Navio Fantasma, Carmen, As Bodas de Fígaro, O Barbeiro de Sevilha, L’Italiana in Algeri, Romeu e Julieta, Lucia di Lammermoor, Cavalleria Rusticana, Il Trovatore, Nabucco, Otello, Falstaff, La Bohème e Tosca, entre outros.

Viegas tem também uma ligação estreita com a dança, tendo dirigido, no Municipal do Rio de Janeiro, os balés Giselle, Coppelia, O Quebra-Nozes, O Lago dos Cisnes e Carmen de Roland Petit. Como convidado, esteve à frente da Orquestra da Arena de Verona, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Burgas (Bulgária), Sinfônica do Festival de Szeged (Hungria), Orquestra do Algarve (Portugal), Sinfônica Brasileira, Teatro Argentino de La Plata (Argentina), Sinfônica do Teatro Sodre (Uruguai), Amazonas Filarmônica/Manaus, Petrobras Sinfônica, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Campinas, Sinfônica do Teatro São Pedro/São Paulo, Orquestra do Teatro da Paz/Belém, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro/Brasília, Sinfônica de Minas Gerais. Natural de Belo Horizonte, estudou regência na Itália e é mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Em 2015, regeu duas óperas de Gaetano Donizetti: Lucia di Lammermoor, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e Don Pasquale, no Municipal do Rio de Janeiro. A partir de 2016, assumirá o posto de maestro titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.

 

Balé O Messias
Balé O Messias

 

Ficha técnica:

Coreografia – Mauricio Wainrot

Regência – Silvio Viegas

Cenários e Figurinos – Carlos Gallardo

Assistente de Cenário e Figurinos – Analia Cristina Morales

Desenho de Luz – Eli Sirlin

Remontador Assistente – Miguel Angel Elias

Ensaiador Assistente – Eric Frederic

Maestro titular do Coro – Jésus Figueiredo

Regentes do Corpo de Baile – Ana Botafogo e Cecília Kerche

 

Elenco:

Bailarinos solistas:

Claudia Mota, primeira bailarina

Primeiros solistas – Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Karen Mesquita, Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Renata Tubarão, Cícero Gomes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Moacir Emanoel e Rodrigo Negri

Segundos Solistas – Mel Oliveira, Rachel Ribeiro, Vanessa Pedro, Viviane Barreto, Ivan Franco, Murilo Gabriel e Santiago Júnior

Corpo de Baile – Carla Carolina, Flávia Carlos, Juliana Valadão, Liana Vasconcelos, Mônica Barbosa, Renata Gouveia, Alef Albert, Arthur Sai, Bruno Fernandes, Diego Lima, Luan Batista, Paulo Muniz e Sandro Fernandes

 

Cantores solistas:

Récitas dos dias 17, 19, 22 e 23 de dezembro: Lina Mendes (soprano), Carolina Faria (mezzo-soprano), Aníbal Mancini (tenor) e Inácio de Nonno (barítono)

Récitas dos dias 18, 20, 27, 29 e 30 de dezembro: Veruschka Mainhard (soprano), Luciana Costa et Silva (mezzo-soprano), André Vidal (tenor) e Daniel Germano (barítono)

 

Fotos: Julia Rónai

 

SERVIÇO:

 

Balé “O Messias”

Balé, Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ

 

17, 18, 19, 22, 23, 29 e 30 de dezembro, às 20h

20 e 27 de dezembro, às 17h

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/n, Centro – Rio de Janeiro. Tel.: 21 2332-9191)

 

Ingressos: R$ 504 (Frisa / Camarote), R$ 84 (Plateia / Balcão Nobre), R$ 60 (Balcão Superior) e R$ 30 (Galeria), com desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes

À venda na bilheteria, no site Ingresso.com ou pelo telefone 21 4003-2330

 

Capacidade: 2.227 lugares

Classificação etária: 5 anos

Duração: 80 minutos

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