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Kabarett – Ute Lemper volta ao Brasil em junho

A cantora alemã Ute Lemper volta ao Brasil em junho, trazendo o espetáculo Kabarett com músicas de Kurt Weill, Bertold Brecht, Jacques Brel e Edith Piaf.

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SERVIÇO

Via Funchal – Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia Tel: (11) 3846-2300

Dia 3 de junho – sexta-feira – às 22h.

Ingressos:

– Plateia Vip: …………………………………………………. R$180,00

– Plateia Premium: …………………………………………. R$150,00

– Plateia 1: …………………………………………………….. R$100,00

– Plateia 2: …………………………………………………….. R$  80,00

– Mezanino Lateral: ………………………………………… R$100,00

– Mezanino Central: ………………………………………… R$120,00

– Camarote: …………………………………………………… R$180,00

– Vendas: Bilheteria da casa: das 12h às 22h (de segunda a domingo)

– Estudantes têm 50% de desconto no valor do ingresso, vendido apenas na bilheteria da Via Funchal.

Abertura da casa: 20h     Classificação: 12 anos

Online:  www.viafunchal.com.br

Cultuada mundialmente e premiada por musicais como Chicago, Cats e Anjo Azul, Ute Lemper volta ao Brasil em 2011 para apresentações em São Paulo, dia 3 de junho no Via Funchal, e em Sorocaba, Teatro Municipal, dia 2 de junho. A turnê é uma realização Musika Produções Artísticas com apoio da Aliança Logica e patrocínio do Deutsche Bank.

Nesse show, a diva sobe ao palco, acompanhada pelo pianista Vana Gierig e por Tito Castro no bandoneon, para uma viagem no tempo: os anos 20. O espectador é transportado para um cabaré, a República de Weimar.  Marcam essa época: o filme O Gabinete do Dr. Caligari, as construções de Gropius, a criação da escola de design Bauhaus, as abstrações de Kandinsky, a literatura de Thomas Mann e Herman Hesse e, por fim, as pernas de Marlene Dietrich.

MÚSICOS

Vana Gierig (piano) compôstrilhas para os seriados Sex & The City e The L Word. Integrou a banda de Regina Carter, e trabalha com Rachelle Ferrell, Lena Horne, Paquito D'Rivera,  George Howard, Dionne Warwick entre outros.

Tito Castro (bandoneon) colaborou na trilha do filme de Robert de Niro Flaws; acompanhou Mercedes Souza, Placido Domingo e Julio Bocca. Faz apresentações pelo mundo – em especial no Japão com seu grupo.

ROTEIRO

Ute Lemper – Show Kabarett

Msicas de Kurt Weill, Bertold Brecht, Jacques Brel, Edith Piaf

forced orgasm


UTE LEMPER

A carreira performática de Ute Lemper surge do apaixonado e grande comprometimento à arte, política e história, bem como a  partir de um complicado relacionamento com sua terra natal e seu passado. Sua marca, versatilidade e repertório sofisticado – incluindo as canções de cabaré e o brilho “noir” de Bertolt Brecht e Kurt Weil – levaram-na à aclamação internacional como artista de gravação, no teatro, cabaré e filmes internacionais.

Ute nasceu em Münster, Alemanha, em 1963. Depois das graduações na Academia de Dança de Colônia e na Seminary Drama School de Viena, Ute passa a atuar em Stuttgart com papéis em peças de Fassbinder e outros. Apresentou-se a exigentes plateias na Europa e ao redor do mundo, atuando em personagens de importantes musicais – Velma Kelly em “Chicago” (Londres, Nova Iorque e Las Vegas), Lola em “The Blue Angel” e Peter em “Peter Pan” (ambos em Berlim), “Cats” em Viena, Sally Bowles na produção parisisiense de “Cabaré”.

Paralelo a isso, Ute Lemper foi voltando-se ao escuro, complexo, poderoso e criativo passado alemão, por meio da atuação em concertos solo como no Recital de Kurt Weil e “Berlin Cabaret Evening”; em concertos sinfônicos incluindo “Os Sete Pecados Mortais”, “Mahagonny Songspiel”, “Berlin Cabaret Songs” (composta por trabalhos de compositores censurados e perseguidos pelos nazistas).

Ute explorou a canção francesa desde Edith Piaf, Jacques Prévert, Joseph Kosma e Serge Gainsburg até o poeta belga Jacques Brel. Também explorou o repertório de rock alternativo contemporâneo – desde Tom Waits e Elvis Costello a Nick Cave em seu álbum “Punishing Kiss” – e finalmente criou seu próprio material original que pode ser ouvido no último álbum “But One Day”…

Os concertos-solo de Ute Lemper também refletem seus interesses pan-europeus e internacionais. Nesses concertos, incluem-se Canções de Piaf e Dietric; Illusions (também material associado a Piaf e Dietrich); SongBook, que consiste em montagens do minimalista inglês Micahel Nyman dos textos do poeta do Holocausto romeno Paul Celan; e “City Of Strangers”, com canções de Jacques Prévert lado a lado com Stephen Sonheim da Broadway.

Ute ganhou ainda outros variados prêmios: Olivier 1998 pela produção londrina de “Chicago” (ela pode ser ouvida na gravação original) e um prêmio Moliére de Melhor Atriz por “Savary Cabaret”. Também foi agraciada com um Prêmio do Teatro Americano por sua performance com “Chicago” na Broadway, o italiano Prêmio Primo Tenco por sua gravações, e numerosos outros prêmios internacionais por gravações.

De sua recente evolução como uma artista, particularmente como uma artista de gravação, Ute diz: “Além das gravações históricas eu descobri meu caminho indo rumo às minhas próprias composições e maneiras de contar história, inspirados pela música e literatura dos existencialistas de Paris dos anos 1960 até compositores de rock alternativo contemporâneo como Tom Waits, Nick Cave, Scott Walker, Elvis Costello e Divine Comedy. Tem sido uma satisfação incrível produzir meu próprio trabalho junto a uma ótima equipe.”

Nesse ano, aventurou-se em mais uma turnê mundial com apresentações na Europa, Japão e nos Estados Unidos. A Orquestra But One Day  acompanha-a em  suas apresentações. Ela cantará também com a Matrix Ensemble de Robert Ziegler, tendo como base Berlin Cabaret Songs. Ela criou um novo show, Nomad, com Robert Carsen para o Teatro Chatelet em Paris. Nomad leva o público a uma viagem por incidências da opressão do século passado, iniciando em Berlim e seguindo pelas culturas húngara, judaica, árabe, romena, sul-americana e russa. Ute insiste em apresentar algumas das canções dos seus shows como se elas evocassem uma importante jornada política. Finalmente, nesse último ano também se deu a gravação em DVD “Ute Lemper Sings Kurt Weill, a partir de uma apresentação de Bouffes du Nord do ano de 1992. O mesmo disco inclui uma show do álbum “Nyman’s Songbook” em Hamburgo, também no ano de 1992, dirigida por Tin Drum e de autoria de Volker Schlöndorf.

A voz extraordinariamente elástica e expressiva não é seu único meio de revelar criatividade. Nos musicais ela tem, evidentemente, também dançado. Maurice Béjart criou um balé para ela, “La mort Subite”, que estreou em Paris no ano de 1990. Sua pinturas têm sido expostas no Consulado Alemão  em Nova Iorque , Instituto Goethe em Washington, e no Teatro de la Ville em Paris.

Em 2006, a gravadora DRG/EDEL para a Europa gravou um CD ao vivo a partir das apresentações anuais no Café Carlyle em Nova Iorque. Esse show foi chamado “Blood and Feathers” e apresenta algumas de suas empolgantes versões de canções de Edith Piaf, baladas de Weill, além de composições próprias. Tratou-se de um documento fabuloso da atuação de Ute em um dos mais prestigiados cabarés em Manhattan.

Ute gravou recentemente e co-produziu, com Todd Turkisher, um álbum constituído de composições próprias. Ela escreveu as músicas e as letras junto à sua banda, criou um único ciclo de canções de histórias incomuns sobre lugares, cidades, vidas e amor.

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